notícias e Informações:


NOTA IMPORTANTE

DESABASTECIMENTO DE VACINAS

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VACINA MENINGITE B

Está disponível para todas as doses dos esquemas recomendados

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MENINGITE

Vacina da Meningite está disponivel

Meningite é uma infecção aguda nas meninges, que são as membranas protetoras que revestem o cérebro e a medula espinhal.

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VACINA MENINGOCÓCICA CONJUGADA

A vacina meningocócica conjugada A, C, W, Y já está disponível na Clemed Vacinas.

A vacina meningocócica conjugada A, C, W, Y da Novartis, internacionalmente conhecida como Menveo®, previne contra 4 dos 5 grupos responsáveis pela doença meningocócica...

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VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA DISPONÍVEL

EMITIMOS CERTIFICADO INTERNACIONAL DE VACINAÇÃO

Comunicamos que já recebemos a vacina contra a Febre Amarela

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HERPES-ZÓSTER

Vacina da Herpes Zóster está disponivel

O herpes-zóster, popularmente conhecido como cobreiro, é causado pelo mesmo vírus da catapora...

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AVISO AOS VIAJANTES

Poliomielite volta à Síria e ameaça a Europa

As péssimas condições sanitárias criadas pela guerra fizeram regressar uma doença que há 14 anos não existia no país e podem trazê-la de volta à Europa, onde não há um caso desde 2002...

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NOTA TÉCNICA 03/11/2015

Desabastecimento das vacinas combinadas à DTPa

Comissão Técnica de Revisão de Calendários e Consensos – SBIm

Lamentavelmente, estamos vivenciando nos últimos meses um período de escassez de vacinas combinadas contendo o componente pertussis acelular: vacinas quíntupla (DTPa-VIP/Hib) e sêxtupla(DTPa-VIP-HB/Hib ). Essa indisponibilidade está afetando não só o Brasil, como vários países do mundo, inclusive da Europa.

Essa situação resulta de limitada capacidade de produção do antígeno pertussis acelular, bem como do aumento da demanda mundial pelas vacinas combinadas. A previsão de normalização na disponibilização dessas vacinas é somente para os primeiros meses de 2016 (fevereiro/março).

É desejável que os esquemas de vacinação sejam cumpridos com todas as doses administradas nas idades preconizadas e sem atrasos, assegurando assim a proteção adequada e precoce para os lactentes jovens. A interrupção de esquemas de vacinação primária pode levar a consequências dramáticas, especialmente para coqueluche e doença invasiva por Haemophilus influenzae tipo b (Hib).

Porém, diante da escassez das vacinas quíntupla (DTPa-VIP/Hib) e sêxtupla (DTPa-VIP-HB/Hib) preconizadas nos calendários da SBIm e da SBP, a Comissão Técnica de Revisão de Calendários e Consensos – SBIm sugere Rua Luís Coelho, 308 conj. 56, CEP 01309-902, São Paulo – SP Tel/Fax: (11) 3255-5674 e-mail: sbim@uol.com.br, site: www.sbim.org.br

adotar estratégia que priorize grupo de maior risco (lactentes jovens, por exemplo), até que a situação seja normalizada.

Considerar as seguintes opções na ausência total das vacinas

? Para menores de 12 meses de idade

Encaminhar à rede pública. Deve-se priorizar a preservação da imunização primária com um mínimo de três doses das vacinas pólio, tríplice bacteriana, Hib e hepatite B. Independentemente de a criança ter iniciado com alguma vacina que tenha o componente acelular, completar o esquema com a quíntupla(DTPw-HB/Hib) e VIP/VOP disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações. A despeito do risco aumentado de eventos adversos comparativamente às vacinas acelulares, o risco potencial das doenças é muito maior. Como regra geral, a intercambialidade de vacinas tríplices bacterianas ( DTPw/DTPa) com diferentes componentes ou produtores, não deve interferir na adequada resposta imune de qualquer dos seus componentes.

? Para crianças, inclusive menores de 12 meses, com história de evento adverso grave após dose de DTPw (contraindicação formal para vacinas de células inteiras)

Usar a tríplice bacteriana acelular infantil (DTPa), se disponível. Rua Luís Coelho, 308 conj. 56, CEP 01309-902, São Paulo – SP Tel/Fax: (11) 3255-5674 e-mail: sbim@uol.com.br, site: www.sbim.org.br

? Para a 3ª dose do esquema primário

Pode ser considerado o adiamento de alguns meses (fevereiro/março). Nesse caso, o esquema seria de duas doses primárias e um reforço no final do primeiro ano de vida; esse esquema (2+1) é adotado por vários países da Europa e tem segurança e eficácia demonstradas, embora não seja o esquema preconizado pela SBIm nem pelo PNI.

? Para o reforço (ou quarta dose) recomendado para crianças no segundo ano de vida. Considerar as seguintes alternativas:

a) Atrasar a aplicação desta dose. Essa opção permite o reforço (ou quarta dose) da vacina Hib.

Lembramos que a recomendação dessa dose de reforço é dos 15 aos 18 meses e a criança já tendo o esquema primário aplicado, está adequadamente protegida contra aquelas doenças.

b) Aplicar a vacina tríplice bacteriana acelular infantil (DTPa). A ausência do componente pólio inativada pode ser compensada pela vacina oral disponível na rede pública durante as campanhas anuais. Neste caso, o reforço (ou quarta dose) da vacina Hib não será contemplado.

Rua Luís Coelho, 308 conj. 56, CEP 01309-902, São Paulo – SP Tel/Fax: (11) 3255-5674 e-mail: sbim@uol.com.br, site: www.sbim.org.br

c) Encaminhar à rede pública, onde será aplicada a vacina tríplice de células inteiras e a vacina poliomielite oral. Neste caso, o reforço (ou quarta dose) da vacina Hib não será contemplado.

É importante salientar que a SBIm recomenda uma quarta dose da vacina Hib após a idade de 12 meses, principalmente para aquelas que receberam as vacinas combinadas à DTPa na primovacinação, visto que a imunogenicidade para o componente Hib é menor nas combinações acelulares do que naquelas de células inteiras.

? Para o 2o. reforço (ou quinta dose) recomendada para os 4- 5 anos de idade

As formulações de adulto (dTpa e dTpa-VIP) são opções adequadas, sendo preferível a formulação combinada à vacina poliomielite inativada.

As formulações do tipo adulto (dTpa e dTpa-VIP) não são adequadas para a primovacinação e nem para uso em menores de 3 anos.Devem ser usadas exclusivamente para as doses de reforço e nunca antes da idade de 3 anos





Vacina Contra Meningite

Meningite é uma infecção aguda nas meninges, que são as membranas protetoras que revestem o cérebro e a medula espinhal.



A vacina meningocócica conjugada A, C, W, Y já está disponível na Clemed Vacinas.

A vacina meningocócica conjugada A, C, W, Y da Novartis, internacionalmente conhecida como Menveo®, previne contra 4 dos 5 grupos responsáveis pela doença meningocócica. A doença meningocócica é repentina e de rápida progressão, podendo levar o paciente à morte em um intervalo de 24 a 48 horas. Mais de 50 mil pessoas morrem anualmente em decorrência da doença, que poderia ser evitada por meio de vacinas.

A faixa etária licenciada para a vacinação contra a meningocócica conjugada A, C, W, Y vacina a partir de dois anos de idade, adolescentes e jovens adultos estão sob maior risco de contrair a doença meningocócica, transmitida de pessoa para pessoa pela via respiratória por meio da tosse, espirros e beijos, por estarem expostos a situações em que a bactéria pode circular mais facilmente, como moradias estudantis em faculdades, acampamentos, bares, clubes e equipes esportivas.

A maioria dos casos de meningite meningocócica ao redor do mundo pode ser atribuída a cinco principais grupos - A, B, C, W-135 e Y - da bactéria causadora da doença. A incidência de cada grupo varia de país para país, podendo mudar no decorrer do tempo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano, cerca de 500.000 casos de doença meningocócica ocorrem em todo o mundo, causando em torno de 50.000 mortes. No Brasil, foram registrados cerca de 3 mil casos e aproximadamente 600 mortes em 2010. A maneira mais eficaz de prevenir e controlar a doença é por meio da vacinação.

Esta vacina supre uma necessidade médica ainda não atendida no Brasil, à meningocócica conjugada A, C, W, Y da Novartis, internacionalmente conhecida como Menveo®, é a primeira quadrivalente disponível no mercado que ajuda a proteger contra quatro dos cinco principais sorogrupos da bactéria meningocócica (A, C, W-135 e Y). Até hoje, a única vacina conjugada disponível no Brasil para prevenção contra a meningite meningocócica combate apenas o sorogrupo C.

Converse com seu médico. Dê o primeiro passo hoje!!!

INFORME-SE SOBRE A PREVENÇÃO

Vacina contra febre amarela


Algumas regiões do Brasil e também outros países da América do Sul e África exigem que o turista seja vacinado contra febre amarela. Quem nunca foi vacinado contra essa doença deve tomar a vacina dez dias antes de viajar. As pessoas que foram imunizadas há mais de dez anos devem tomar uma dose de reforço da vacina, pois sua validade é de uma década.

Recomenda-se que antes de uma viagem seja consultado algum órgão de informação sobre saúde do viajante. No Brasil, existem alguns centros de informação ao viajante, associados às clínicas de vacinação, como o CIVES da UFRJ (www.cives.ufrj.br), a Clínica de Medicina do Viajante do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (0/xx/11/3061-5633, ramal 287) e o Ambulatório dos Viajantes do Hospital das Clínicas da FMUSP (0/xx/11/3069-6392).

Por aqui, os locais de risco são as regiões de matas e rios das seguintes regiões: todos os Estados das regiões Norte e Centro-Oeste, bem como parte das regiões Nordeste (Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste e extremo sul da Bahia), Sudeste (Minas Gerais, oeste de São Paulo e norte do Espírito Santo) e Sul (oeste dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

A vacina pode ser tomada por crianças a partir de nove meses e adultos
Para viajantes internacionais, vindo ou indo para áreas infectadas, a vacinação contra febre amarela é a única exigência sanitária feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Alguns países da América do Sul e da África exigem o Certificado Internacional de Vacinação-CIV, de cor amarela.

Para efetuar a troca do cartão de vacinação, é preciso procurar um dos postos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em qualquer um dos portos, aeroportos, passagens de fronteiras ou sedes da coordenação em todo o território nacional.

Apenas o portador poderá solicitar a substituição do cartão, comparecendo ao posto de troca munido de documento oficial com fotografia: Carteira de Identidade, Passaporte ou Cédula Profissional (tipo OAB, CREA, CRF, CRM etc.). Para menores de idade é necessária a apresentação da Certidão de Nascimento.

www.portalanvisa.gov.br

Países que exigem certificado de vacinação para febre amarela


Alguns países exigem certificado de vacinação contra febre amarela. Na hipótese de que o destino seja outro país que não exige vacina contra febre amarela, mas há conexão aérea em um dos países que exigem a vacina, é necessário tomá-la.

- Afeganistão 
- Albânia 
- África do Sul 
- Angola 
- Anguilla 
- Antigua e Barbados 
- Antilhas Holandesas 
- Arábia Saudita 
- Argélia 
- Austrália 
- Bahamas 
- Bangladesh 
- Barbados 
- Belize 
- Benin 
- Bolívia 
- Brasil 
- Brunei 
- Burkina Faso 
- Burundi 
- Butão 
- Cabo Verde 
- Camboja 
- Camarões 
- Cazaquistão 
- Chade 
- China 
- Colômbia 
- Congo 
- Costa do Marfim 
- Djibuti 
- Dominica 
- Egito 
- El Salvador 
- Equador 
- Eritréia 
- Etiópia 
- Fiji 
- Filipinas 
- Gabão 
- Gâmbia 
- Gana 
- Granada 
- Grécia 
- Guadalupe 
- Guatemala 
- Guiana - Guiana Francesa

- Guiné 
- Guiné Bissau 
- Guiné Equatorial 
- Haiti 
- Honduras 
- Iêmen 
- Indonésia 
- Índia 
- Ilha Pitcairn 
- Ilha Reunião 
- Ilhas Salomão 
- Ilhas Seychelles 
- Iraque 
- Jamaica 
- Jordânia 
- Kiribati 
- Laos 
- Lesoto 
- Líbano 
- Libéria 
- Líbia 
- Madagascar 
- Malásia 
- Malaui 
- Maldivas 
- Mali 
- Malta 
- Maurício 
- Mauritânia 
- Moçambique 
- Myanma 
- Namíbia 
- Nauru 
- Nepal 
- Nicarágua 
- Níger 
- Nigéria 
- Niue 
- Nova Caledônia 
- Omã 
- Palau 
- Panamá 
- Papua Nova Guiné 
- Paquistão 
- Paraguai 
- Peru 
- Polinésia Francesa 
- Portugal

Herpes-Zóster

Aviso aos Viajantes

Poliomielite volta à Síria e ameaça a Europa

As péssimas condições sanitárias criadas pela guerra fizeram regressar uma doença que há 14 anos não existia no país e podem trazê-la de volta à Europa, onde não há um caso desde 2002.

A poliomielite já quase desapareceu da face da Terra. É a segunda doença que está na calha para ser erradicada, depois da varíola, dada como extinta em 1979. Mas na Síria, onde a poliomielite nunca mais tinha surgido desde 1999, voltou a aparecer, em Deir Al Zour, no Leste do país, uma das zonas mais fustigadas pela guerra. A Organização Mundial da Saúde acaba de confirmar que a paralisia flácida aguda detectada em dez de 22 crianças com menos de dois anos se deve a um poliovírus.

Mas esta não é uma desgraça que ficará apenas na Síria. Há "uma grande probabilidade" de que o vírus que causa a doença se alastre para os países vizinhos onde os refugiados da guerra procuram abrigo, avalia o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças.

A Europa, onde não há casos desde 2002, está ao seu alcance, e vários países próximos das principais entradas dos refugiados sírios no continente têm programas de imunização de fraca cobertura (ver mapa). O mesmo acontece em países que acolhem muitos refugiados, como o Reino Unido e a Alemanha, mas onde tem havido muita resistência à vacinação, devido a ideias sem fundamentação científica de que as vacinas causam cancro, ou autismo. O resultado é que há 12 milhões de crianças na Europa não vacinadas contra a poliomielite.


A contabilidade da progressão da doença faz medo. Por cada caso de paralisia devido a poliomielite - uma doença que costuma atacar na infância - há 200 outros que causam infecção mas que passam sem serem detectados. Se em Deir Al Zour há pelo menos dez casos confirmados - os outros estão a aguardar os resultados das análises laboratoriais -, poderá haver muito mais pessoas infectadas, sem sintomas, mas que estão a espalhar a doença. O vírus espalha-se através da matéria fecal, que contamina a água, e também de partículas dispersas através da mucosa oral.

O Governo de Damasco e a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Unicef iniciam uma campanha de vacinação de emergência, usando a vacina oral. Esta utiliza um vírus atenuado e dá uma boa imunidade ao nível dos intestinos. A vacina injetável, adoptada nos últimos anos pela maioria dos países, utiliza um vírus inativado, porque se descobriu na década de 1990 que, em casos raros, a vacina oral pode causar a doença. Mas a forma oral é mais eficaz para travar um surto.

A guerra civil interrompeu os programas de vacinação - antes disso, o sistema de saúde sírio era considerado bastante razoável, e 95% das crianças eram imunizadas contra a poliomielite. Agora, está a ser a planeada uma campanha de vacinação para chegar a 2,4 milhões de crianças na Síria e nos países circundantes, para onde fugiram da guerra - uma tarefa que será tudo menos fácil.

Para além dos 110 mil mortos que terão sido causados diretamente pela guerra civil na Síria, pelo menos outros tantos terão morrido devido à destruição do país, às terríveis condições sanitárias, à fuga dos médicos e à destruição sistemática dos hospitais, à fome e à falta de aquecimento e eletricidade. Mesmo sem falar nas doenças infecciosas, o acesso aos medicamentos e cuidados necessários para manter estáveis os doentes crónicos tornou-se uma impossibilidade para a maioria da população.


Fonte:

http://www.publico.pt

Menveo é a nova vacina quadrivalente contra meningite. Esta vacina é excelente para quem viaja para o exterior, mas já é necessária também aqui no Brasil, devido ao grande número de turistas que recebemos anualmente no país.

A vacina meningocócica conjugada A, C, W, Y já está disponível na Clemed Vacinas.

Converse com seu médico. Dê o primeiro passo hoje!!!

INFORME-SE SOBRE A PREVENÇÃO


Saiba mais clicando aqui ...

TRIVALENTE (3 CEPAS): H1N1; 1 cepa INFLUENZA A; 1 cepa INFLUENZA B

TETRAVALENTE (4 CEPAS) : H1N1; 1 cepa INFLUENZA A; 2 cepas INFLUENZA B


LABORATÓRIOS ABBOT, SANOFI-PASTEUR, GSK, NOVARTIS


VACINAS TRIVALENTE OU TETRAVALENTE PARA CRIANÇAS ENTRE 6 MESES E 3 ANOS :

MESMAS CEPAS PORÉM SEM MERCURIO NA FORMULAÇÃO